Mostrando postagens com marcador Tem matéria no Youtube. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tem matéria no Youtube. Mostrar todas as postagens

31 de maio de 2024

O blogger Dinheiro Fantasia, agora está no YouTube!

 Em meados de 2023 decidimos compartilhar nossas informações no YouTube, tendo em vista que o mundo audiovisual está cada dia mais presente na vida das pessoas. Agora, teremos mais trabalho  transformando em vídeo tudo o que colocamos aqui no Blog, mas o Blog não deixará de existir. A minha paixão pela escrita continua ativa.



Por motivos de forças maiores do dia-a-dia, a frequência de produção e publicação das matérias será bastante limitada, mas em breve, tudo deverá ser postado de forma instantânea aqui no Blogger e no YouTube, inclusive, com as minhas artes pessoais.


Nos vemos por lá!


30 de setembro de 2023

DF TV/Rede Globo - Museu do Banco Central guarda a maior pepita de ouro do mundo.

 Nesta reportagem, o jornalista Gabriel Luiz (da Rede Globo de televisão) visita o Museu de Valores do Banco Central em Brasília, que no momento passa por uma grande reforma (2021-2023). Ele nos apresenta a maior pepita de ouro do mundo, que foi encontrada em Serra Pelada, no estado do Pará/Brasil. E nos mostra uma grande barra de ouro de aproximadamente 15 quilos, que estará disponível para contato aos visitantes do museu a partir de 2025 quando a reforma terminar.

Assista à reportagem compartilhada em nosso canal no YouTube:


Reportagem de Gabriel Luiz.
Repórter âncora: Geraldo Becker.
Programa: DF TV 1a edição.
Emissora: Rede Globo.
Data: 28/09/2023

7 de fevereiro de 2019

Coleção Territórios Árticos




Com um território de 16.500.000 Km², O Ártico é geralmente definido como a região do Hemisfério Norte circunscrita pela linha onde a temperatura média do mês mais quente é inferior a 10 ℃. A linha isotérmica delimitando esta região coincide aproximadamente com a linha ártica das árvores. A outra definição aponta o Ártico como sendo aquela zona circunscrita pelo Círculo Polar Ártico, contendo o Oceano Ártico e o Polo Norte. Essas definições não coincidem com precisão em termos geográficos.

Durante o inverno a área toda é coberta pelo gelo e a temperatura média pode atingir -40 ℃. A temperatura mais elevada alguma vez registada durante o verão foi de 38 ℃, em junho de 2020. A tundra é a vegetação principal, mas nas áreas mais aquecidas pode se encontrar salgueiros e bétulas. A vida animal é pobre em número de espécies, existindo, por exemplo, ursos-polares, focas, raposas-do-Ártico e bois-almiscarados. Os países dessa zona têm disputado os recursos da região.

O Ártico tem sido afetado pelo aquecimento global de maneira particularmente intensa, aquecendo duas vezes mais rápido que a média global, com importantes repercussões negativas sobre a flora, fauna, economia e a vida de populações nativas e residentes.







Foto: Brocken Inaglory/2005 - O Ártico visto de território da Islândia.

Geografia

Os limites geográficos do Ártico variam conforme o critério utilizado. Os limites geralmente aceitos são a linha onde a temperatura média do mês mais quente é inferior a 10 ℃, a linha ártica das árvores, e o Círculo Polar Ártico. Essas definições não coincidem com precisão e em alguns pontos podem divergir em mais de 100 km. A linha de árvores é o limite mais impreciso, pois a área de transição entre a vegetação arbórea e a rasteira é gradual. São poucos os países e cidades que se encontram dentro dos limites dessa região. Entre eles:

- No Canadá: Alert, Cambridge Bay, Iqaluit (Frobisher Bay), Kangiqcliniq (Ranquin Inlet), Kaujuitoq (Resolute).

- A Groelândia, dependência da Dinamarca.

- Nos Estados Unidos, o Alasca, com as cidades de Barrow, as Ilhas Aleutas e a Prudhoe Bay.

- Parte da Islândia.

- Porção norte da Noruega, incluindo a ilha de Svalbard e Longyearbyen.

- Na Rússia, as cidades de Cherkiy, Dikson, Murmansk, Pevek, Provideniya, Tiksi.

O perfil morfológico da região é muito variado, com montanhas, zonas rochosas, geleiras e planícies vegetadas ou alagadas e um litoral recortado, onde existem muitas ilhas. Há uma rica rede fluvial e o centro do Ártico é aquático, dominado pelo Oceano Ártico, limitado pelos litorais norte da Eurásia e América do Norte. Grande parte do Ártico terrestre tem como característica definidora o seu solo permanentemente congelado (permafrost), que em alguns pontos pode chegar a uma profundidade de 1500 metros. Nos verões a camada superficial deste solo derrete, criando lagos e áreas pantanosas temporárias. No Ártico oceânico a característica dominante é o gelo flutuante, cuja extensão varia ao longo do ano.

População

O Ártico exibe testemunhos de ocupação humana desde pelo menos 15 mil anos atrás, e algumas povoações modernas têm uma história de vários milênios. Cerca de 4 milhões de pessoas vivem atualmente no Ártico, das quais cerca de 10% são povos indígenas, com dezenas de diferentes culturas e línguas. A maior parte da população vive muito dispersa em pequenas vilas e povoados, e há muitos grupos nômades, mas existem algumas cidades importantes, como Murmansk, na Rússia, com mais de 300 mil habitantes. Há significativa disparidade na qualidade de vida e desenvolvimento dessas populações, e o processo de globalização tem aumentado essas diferenças em algumas regiões. As populações na América do Norte e Escandinávia são as mais favorecidas em vários indicadores, como renda, saúde, educação, expectativa de vida e Coeficiente de Gini, mas na Federação Russa, que abriga cerca de 70% da população ártica total, os indicadores geralmente ficam abaixo ou muito abaixo da média global. Mesmo nas regiões mais prósperas pode haver importantes desigualdades internas.

* * *

A coleção "Arctic Territories" é composta de 19 cédulas com valores que vão de 1 à 500 dólares, e até mesmo, valores incomuns como por exemplo, três e meio, nove e onze dólares.
São todas confeccionadas em polímero, e o tamanho é um tanto grande; 16cm de comprimento x 8cm de altura. A maioria apresenta uma faixa holográfica vertical.
Segundo informações contidas nas notas, elas são de origem norte-americana, mais precisamente de Houston, no Texas, Estados Unidos. Foram criadas de 2010 a 2017, criadas por uma dupla; Jan Erik Kliven e Karl Saehtre, consta também um site (www.polardollar.com) que não está mais no ar.
Sendo assim, creio que sua tiragem é altamente limitada e não seja mais fabricada.

No anverso das notas têm animais típicos da fauna dessas regiões gélidas e no reverso, tem informações de regiões dos territórios e personagens importantes na exploração da região.


Vamos às cédulas

1 dólar polar

1 dólar polar e meio

2 dólares polares

2 dólares polares e meio

3 dólares polares

3 dólares polares e meio

5 dólares polares

6 dólares polares

8 dólares polares

9 dólares polares

10 dólares polares

11 dólares polares

12 dólares polares

15 dólares polares

25 dólares polares

50 dólares polares

100 dólares polares

250 dólares polares

500 dólares polares

* * *

Juntando 3 certas cédulas lado a lado, é possível montar a foto da cidade chamada "Svalbard" na Noruega.

Fontes: Wikipedia e Robert's World Money Blog.

6 de setembro de 2017

Os dólares da Disney deixaram saudade...


Os dólares da Disney eram uma forma de "script corporativo" vendido pela Walt Disney Company e trocável por bens ou serviços em muitas instalações da Disney, como se fosse um vale, ou moeda local.


As notas são similares em tamanho, forma e design ao dinheiro dos Estados Unidos, a maioria das notas têm a imagem do Mickey, Minnie Mouse, Pato Donald, Pateta, Pluto ou Dumbo. A moeda era aceita nos parques temáticos da empresa, nos navios de cruzeiro da Disney, na Disney Store e em certas partes de Castaway Cay, a ilha privada da Disney no Caribe.

Os dólares da Disney vêm nas séries A a D, a primeira criada para o Disneyland Resort no sul da Califórnia e a segunda para o Walt Disney World Resort no centro da Flórida. Em 2005, os dois resorts lançaram uma nota de US $50 projetada pelo artista da Disney Charles Boyer para comemorar o 50º aniversário da Disneylândia. Depois de 2004, eles também emitiram a série T para as lojas da Disney. Às vezes, edições especiais eram vendidas aos membros do elenco da Disney como forma de "incentivo" (Como assim?).

Infelizmente, as cédulas pararam de ser fabricadas pela Disney em 14 de maio de 2016.
Mas elas ainda serão aceitas por tempo indeterminado. 
(Ou seja meus queridos: Quem aproveitou, aproveitou. Quem pegou, pegou. Quem não pegou, vai pagar caro agora por uma notinha dessas).




O início

Os dólares da Disney foram usados ​​pela primeira vez na Disneylândia em 5 de maio de 1987, enquanto a Walt Disney World começou com a moeda usada no Epcot em 2 de outubro, fruto da ideia de um funcionário da Califórnia que pensou em conquistar os fãs colecionadores, e agradou muita gente. As notas inicialmente eram estampadas nos valores de $ 1 e $ 5. Em 1990, a Disney adicionou uma nota de 10 dólares, emitida para comemorar o 35º aniversário da Disneylândia. Em 1992, as lojas da Disney começaram a usar as notas. No aniversário de 65 anos do Mickey Mouse em 1993, foi emitido um dólar especial da Disney de US $ 1.

Todos os dólares da Disney eram assinados pelo "tesoureiro" Scrooge McDuck (Tio Patinhas, no português) e tinham a imagem da Tinker Bell (Sininho) na frente.

O uso

As notas eram utilizadas na troca ​por bens ou serviços nos parques temáticos da Disney, nos navios de cruzeiro da Disney, no porto de escala Castaway Cay da Disney e nas Lojas da Disney, a menos que indicações em contrário sejam impressas nas notas individuais. No entanto, elas não eram compatíveis com máquinas de moedas e deviam ser trocados por moedas dos EUA se as máquinas fossem usadas. Além disso, os Dólares da Disney podiam ser trocadas pelo mesmo valor em dólares, sem taxas de conversão. Ou seja: 1 Dólar da Disney valia 1 Dólar americano.

Elas geralmente eram usadas como lembranças ou usadas pelos fãs como objetos de recordação da Disney, mas nos resorts da Disney também podiam ser trocados por moeda americana.

Os recursos de segurança 

Dizem que os Dólares da Disney foram criados com recursos anti-falsificação, como microimpressões, e tinta refletora / impressão difícil de copiar / imprimir na frente e no verso da nota. Além disso, as notas são impressas com números de série e letras exclusivas para cada valor de nota. Os dólares têm pequenos pedaços de glitter espalhados como uma faixa no lado esquerdo.


Confira algumas notas:

Mickey e Minnie  / Disneylândia Resort na Califórnia / 1 Disney Dólar


 Pequena sereia / 20 anos dos dólares da Disney / 1 Disney Dólar


Cinderella / 20 anos dos dólares da Disney / 10 Disney Dólares


Piratas do Caribe / 20 anos dos dólares da Disney / 1 Disney Dólar


Pateta / 50 anos da Disney / 5 Disney Dólares


Minnie / 50 anos da Disney / 10 Disney Dólares


Mickey / Réveillon de 2000 / 1 Disney Dólar


Pato Donald / Réveillon de 2000 / 10 Disney Dólares


Mickey / Castelo da Bela Adormecida / 1 Disney Dólar


Pateta / 5 Disney Dólares


Uma das cédulas de menor tiragem, as mais raras:
Mickey / 50 anos da Disney / 50 Disney Dólares


Você pode conferir praticamente TODAS as notas já lançadas no site da própria Disney: Disney Dollars .net.

29 de junho de 2010

"Hell Bank", o Banco do Inferno asiático.


Você já ouviu falar em "Hell Bank" ou simplesmente "Banco do Inferno"?

O Hell Bank surgiu nos países asiáticos com a ideia de queimar dinheiro para os entes queridos falecidos, com o pensamento de que os mortos precisariam de dinheiro para pagar os pecados cometidos em vida, e até mesmo, de que seria necessário o seu uso para custearem as coisas que seriam necessárias no outro lado da vida, como por exemplo, a compra de um imóvel no além, pagarem seus pecados, ou até mesmo, comprarem comida ou coisas assim.

De acordo com o site Wikipedia, O dinheiro do inferno é um dinheiro de papel impresso para se parecer com notas de banco verdadeiras. As notas não têm curso legal, uma vez que seu único objetivo de uso é ser oferecido como oferendas, sendo queimadas para o falecido como uma solução de resolver seus problemas financeiros assumidos na vida pós-morte. Esse costume é praticado pelos chineses modernos e por todo o leste asiático desde o final do século XIX. Os exemplos do início do século XX tinham semelhanças com uma moeda comercial de menor valor emitida por empresas em toda a China até meados da década de 1940.


A identificação desse tipo de papel de incenso como "notas de banco do inferno" ou "dinheiro do inferno" é amplamente uma construção ocidental, uma vez que esses itens são simplesmente considerados como papel de incenso nas culturas do leste asiático e não têm nome ou status especial.





A palavra inferno nas notas de banco do inferno refere-se a Diyu, "prisão do submundo"; também chamado de "tribunal do submundo". Estas palavras estão impressas em algumas notas. Na crença tradicional chinesa, acredita-se que seja o local onde as almas dos mortos serão julgadas pela primeira vez pelo Senhor da Corte Terrestre, Yan Wang. Após esse julgamento em particular, eles são escoltados para o céu ou enviados para o labirinto dos níveis e câmaras do submundo para estudarem e entenderem os seus pecados em vida.








Uma história popular diz que a palavra "hell", ou seja, inferno foi introduzida na China por missionários cristãos, que pregavam que todo o povo chinês não-cristão iria para o inferno após a morte. A palavra "Inferno" foi assim mal interpretada para ser o termo em inglês adequado para a vida após a morte e, portanto, adotada como tal. Algumas notas impressas tentam corrigir isso omitindo a palavra "inferno/hell" e, às vezes, substituindo-a por "céu/heaven" ou "paraíso/paradise". Essas cédulas em particular são geralmente encontradas em pacotes de incenso destinados a serem queimados para divindades chinesas e geralmente têm o mesmo design que as notas de banco comuns, mas com cores diferentes.

Note que muitas cédulas chegam a valores incríveis e exorbitantes.

Cédulas sendo queimadas em uma rua de Singapura.




Como as notas são feitas por pessoas comuns, com diferentes técnicas e até mesmo vários tipos de papel além do papel de arroz e papel de incenso, não existe um número real de quantas variedades e tiragens existem, pois não há um controle sobre a fabricação desses produtos. E vale lembrar que caso você, aqui no ocidente, queira comprar as cédulas do Inferno pela Internet, tem que ter muito cuidado, pois a grande maioria é falsificação.

Veja esse vídeo em inglês, que pode falar um pouco mais sobre essas notas:


Abaixo, minha nota original de dez mil dólares do Hell Bank:

10000 dólares do Hell Bank

10000 dólares do Hell Bank


Matérias mais vistas: